quarta-feira, 2 de março de 2011

Só o começo...

E, quem diria que, depois de anos na área de exatas, eu iria ler um capítulo sobre feudos. E ainda vem muita história esse ano! Quem dera eu precisasse só de preparo físico. Não ía me importar nada em passar o dia todo na academia! Mas, até que pro primeiro dia de estudos, não foi tão ruim como eu imaginei. 

Falando em academia, estou em crise de abstinência. É o meu terceiro dia seguido sem exercícios e eu me sinto outra pessoa! Estou com 1 perna e 2 braços ferrados, graças ao ritmo frenético da musculação. Fui ao médico ontem e estou proibida de malhar (e até de andar) por um tempo. Então, passarei o meu Carnaval aqui, bem quietinha, pra ficar boa logo e voltar aos treinos.

Foi a primeira vez que gostei de um ortopedista. Normalmente, eles são bem secos e frios, completamente oposto de mim. Sem contar que eles nunca examinam de verdade, mal olham pro paciente. Esse tal dr. Oswaldo me deixou feliz quando apertou bastante o meu pé (mesmo com a dor que veio junto). Médico tem que pegar. 

Além de toda a "atenção médica", bati um papo bacana com ele, que me deu dicas pra academia e para as provas físicas que, se Deus quiser, vou conseguir fazer...e passar! E ainda contou da sua casinha na árvore.

Viu o nível de carência da pessoa?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Timidez é o Novo Preto

Eu tenho medo de relacionamentos.

Não importa se você é homem ou mulher. Se eu te quero ou não. Eu tenho medo.

Depois de toda aquela novela mexicana que eu vivi, tinha que sobrar algum trauma. E me espanta saber que não é relacionado a homens. Confesso que não tive muitos depois dele, mas fiz tudo certo, melhor até do que eu imaginei. Não foi pra frente porque eles, simplesmente, não estavam/estão no clima de namoro sério. Como ninguém aqui pelo Rio, né?

Mas o que mais me assusta é ter medo de fazer amizades. Pior, ter medo das que eu já tenho. Eu não sei mais lidar com pessoas, não sei. E pensar que eu nunca conheci alguém tão extrovertida e cara-de-pau como eu era antigamente. Agora tô aqui, atrás de um computador, escondida. Estou travada. Eu me tornei o tipo de pessoa que só fala com as outras por educação. Que não conversa, só responde.

Consegui me abrir pra algumas poucas pessoas e, em troca, recebi mentiras e traições. Eu sou absurdamente sensível e tudo isso me machuca muito. Não consigo confiar nem nas pessoas que tenho certeza absoluta de que posso. E se tem algo pior do que não conseguir trazer gente nova pra minha vida, é acabar afastando quem já estava nela.

Eu lembro até hoje, quando uma pessoa me parou na rua e disse que ficava muito feliz com o sorriso que dava quando a via. De uns tempos pra cá, só tô sorrindo pra tirar foto. E não é depressão, tristeza... eu tô bem. Só não sei lidar com nada que respira. Nem com meu hamster.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Em que(m) confiar?

Acho muito injusto e, até mesmo, sem noção, ter que decidir meu futuro com tão pouca idade. Fiz meu vestibular com 17, talvez 18. O que eu sabia da vida naquela época? Nada. Nos últimos 4 anos, tive experiências incríveis, fortes e, algumas até, devastadoras. E o que eu sei da vida, agora, aos 22? Muito pouco. Mal consigo controlar um dia completo, planejar uma semana. Como posso construir uma vida desse jeito?

Tá aí uma coisa que eu invejo: certeza. O lance não envolve só maturidade, acho que é um defeito meu mesmo. Pior que isso, só meus relacionamentos.

Estou sempre com medo de errar de novo, medo de arriscar. Mas, sabe de uma coisa? Essa tal zona de conforto não me traz conforto algum. E tudo complica ainda mais quando, além do transtorno psicológico, a coisa envolve o dinheiro que eu não tenho.

Falando em "ter", eu tenho um sonho tão grande que mal cabe dentro de mim. O problema é que o antigo também já foi assim. E a insegurança, todo dia, me pega um pouquinho pra bater um papo e me assustar. Na dúvida, eu continuo firme, fazendo o que preciso, me preparando. Mas me despedaçando por dentro.

E sabe o que é pior? Meu ídolo caiu, passou de herói pra traidor. E toda aquela beleza do meu ideal se mostra tão ausente - talvez pior que isso - em quem deveria dar o exemplo, que começa a se tornar repugnante. Aí eu me pergunto: "ainda tem esperança?". E, parece que eu escuto, pertinho do meu ouvido: "terá quando você fizer parte disso".

Mas será que eu quero?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Minhas séries favoritas e... Glee!

É só conversar um pouquinho comigo, mesmo que não seja sobre televisão, pra notar a minha paixão por séries policiais. Em poucos minutos de conversa, você vai ouvir como Law & Order: Special Victims Unit é incrível e como Christopher Meloni é o homem mais bonito do mundo. Vai escutar, também, que Jack McCoy deveria resolver todos os problemas da humanidade, principalmente a corrupção do Rio de Janeiro. Passando por Rookie Blue, que conta a vida de policiais novatos (uma espécie de Grey's Anatomy policial).

Caso o assunto continue, você vai perceber que minha obsessão não é só por farda. Jalecos também são muito bem vindos. E entra o papo de que House é mestre dos mestres e James Wilson, um amorzinho. Vai me ver "chorar" por saudades da Izzie e do O'Malley.

Até chegar a hora em que eu vou te contar que odeio séries adolescentes e... GLEE NÃO ESTÁ NESSA CATEGORIA, OK? Quem diria... Logo eu, a chata das chatas, apaixonada por um bando de crianças... e mais! A nova amante de musicais.

Diga-se de passagem que musicais, em geral, são coisa de gente chata. Nos meus 22 anos de vida, percebi que a maioria das pessoas apaixonadas pelo gênero não merece o ar que respira. Não se ofendam, é só um trauma de escola, de Felipe Neto e seus amigos do teatro. Taí algo que o Ensino Médio não deixa saudades. E, antes que queiram me matar, nada contra o Felipe Neto, mas aquele teatrinho do colégio, onde todos achavam que estavam na Broadway, era uó. O tipo de coisa que te deixa com vergonha alheia, mesmo depois de 4 anos.

Voltando, Glee é fantástico e eu me sinto com 15 assistindo. Por que? Porque eu também era loser como todos eles. E, pra quem não conhece, abaixo o meu vídeo favorito deles:





O melhor mash-up ever. Vale ressaltar que Gene Kelly não se chatearia. Aposto que qualquer outro cantor, ator ou whatever, destruiria a música. Como a Cláudia Leitte faz, às vezes, sabe?